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O término de um relacionamento deve ser encarado como o começo de um novo ciclo.

Segundo o psicólogo Guy Winch, a rejeição é como arranhões que rasgam a nossa pele emocional e penetram a nossa alma.

Se você está passando por uma dor emocional, está na hora de começar a praticar os exercícios dos primeiros socorros emocionais.

O término de um relacionamento é sempre muito doloroso, tudo fica mais difícil para quem foi o rejeitado da relação.  Afinal, é difícil seguir sem a pessoa amada.

Relacionamentos conflituosos deixam sempre marcas profundas, feridas que se não tratadas podem acarretar prejuízos para relações futuras.

MAS O QUE FAZER?

Se você estiver passando por uma situação parecida você já ligou, já enviou mensagens, e-mail, tentou conversar pessoalmente, enfim, fez tudo o que estava ao seu alcance e nada adiantou, é hora de se recolher. É chegada a hora de você marcar um encontro consigo mesmo, com os seus valores e com a sua ética. A sua essência não mudou.... ela pode estar apenas m...

Multidões lamentam o fato de não gostarem daquilo que contemplam diante do espelho. São míopes para enxergarem alguma coisa boa dentro ou fora de seus corpos. Queixam-se de serem sem aparência, inadequadas e indesejadas. Pensam que o mundo as rejeita e não conseguem perceber qualquer atributo de valor digno de algum autoelogio. Toda essa crença sobre si mesmos acaba conduzindo-as à baixa autoestima, à angústia, à tristeza excessiva, à ansiedade e, em muitos casos, à antecipação da morte. Mas, se todas as pessoas insatisfeitas consigo mesmas fossem selecionadas e separadas de alguma forma em algum lugar, se veriam muitas musas, muitos galãs e, certamente, um número infindável de corpos e rostos belos e bem afeiçoados. Então, onde estaria o problema de auto rejeição? Talvez, apenas na ideia hipotética e virtual de cada um de que algo não está tão bem quanto deveria. 

Por que muitos belos não conseguem se achar bonitos? 

Para responder a esta pergunta, talvez seja necessário estender os que...

Calma! Vamos falar um pouco sobre esta fase tão marcante na vida de todo nós, afinal todos nós já fomos adolescente algum dia.
Segundo a Organização Mundial de Saúde-OMS, a adolescência pode ser definida como um período biopsicossocial, tendo seu início na segunda década de vida, dos 10 ao 19 anos de idade.
É um período marcado pela transição da infância para a vida adulta, marcada por conflitos internos e externos, tendo início com as mudanças corporais da puberdade e no seu término, a inserção social , profissional e econômica na sociedade adulta.
Mas afinal, o que está acontecendo com aquele filho que até ontem era uma criança obediente e educada e que hoje parece uma outra pessoa, ora respondão, ora impaciente, ora irritado e nada parece lhe agradar? Tem tudo que um adolescente gostaria de ter, mas parece entediado o tempo inteiro?
Calma pai, calma mãe! Se para vocês conviver com um adolescente assim lhes parece tarefa difícil, acredite que para ele também não é nada fácil.
Essa é...

Morte... Suicídio! Assuntos difíceis, tratados como tabu. Mas que não podem ser ignorados. Por vezes vemos esse tema em conversas, seja por obras de ficção, como 13 reasons why, ou por uma notícia de jornal.

Tivemos uma conversa muito interessante com a psicoterapeuta Karina Okajima Fukumitsu

 Para recordar, já tratamos desse tema com a psicóloga Fernanda Rezende, cujo vídeo está abaixo:

Angela Oshiro

Psicóloga Clínica

Membro fundadora de Na Roda com Psicólogos

A psicologia possui vários campos de atuação, como saúde, educação, recursos humanos... e existe enfoque tanto no indivíduo quanto no coletivo. Existem enfoques que interessam à área da psicologia, mas devem ser tratados por políticas públicas. Conversamos com o vereador Caio Miranda com as psicólogas Adriana Maximina Vols, Shirley Costa, Adriana Gouveia e Andreza Trigo. Podem acompanhar no vídeo abaixo:

 Se quiser recordar, já fizemos uma conversa com o vereador Caio Miranda, poucas semanas depois de sua interferência num caso de assédio sexual ocorrido num ônibus que circulava na av. Paulista, em agosto/2017:

Angela Oshiro

Psicóloga e membro fundadora de Na Roda com Psicólogos

O homem é um ser gregário e necessita viver em sociedade. Apesar de ter liberdade e poder de escolha e decisão em muitos casos há necessidade de regras para a vida em grupo. Estabelecer essas regras e exigir seu cumprimento é tarefa de instituições criadas para esse fim. Porém, essas instituições são compostas por homens e mulheres. Como psicóloga, considero mais as pessoas que as instituições. Essas pessoas agem, em nome das instituições que representam, para manter a ordem e estabelecer regras e o cumprimento delas. Mais do que ler sobre isso numa fria tela de computador, interessa mais conhecer essas pessoas e que elas nos expliquem, do seu ponto de vista, como funcionam essas instituições.

Tive a agradável oportunidade de conversar com o Dr. Murilo Battisti, presidente do Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas - CONED.

Às vezes me perco nessa sopa de letras que virou nossa sociedade. É muito bom poder contar com essas pessoas que podem nos ajudar a desvendar essas letras e, prin...

Há alguns assuntos que eram proibidos na mesa de jantar: política, religião e futebol. Muito do radicalismo que vivemos hoje em meio às redes sociais já era percebido por nossos pais e avós. A solução adotada: na mesa não se fala de religião, futebol e política. E mesmo adultos tinham que obedecer a essa regra. Era frequente filhos observarem seus pais serem censurados pelas avós quando começavam a falar do gol do Corinthians. Assim, sempre havia uma voz de reconhecida autoridade que freava os ânimos e obrigava a conversas mais amenas na mesa de jantar. Hoje, com as redes sociais e sem uma autoridade a vigiar, as pessoas sentem-se livres para falar sobre qualquer assunto e expor seu ponto de vista da maneira mais apaixonada possível, sem se importar em ofender alguém.

Bem, apesar de saber que isso pode gerar conversas inflamadas, não posso me omitir. O ser humano possui várias faces e muito se discute da importância da família, da religião e da escola para a formação de uma pessoa. Assi...

15.06.2018

A Psicologia há muito tempo é retratada em filmes e seriados policiais. Há muita produção norte-americana que é consumida no Brasil em que a Psicologia faz parte do elenco, seja como coadjuvante seja como principal. E, em várias produções, a Psicologia trabalha ao lado do Sistema Judiciário. Há muita fantasia e exagero. Afinal, é um entretenimento, não um trabalho jornalístico, documentário ou científico. Queríamos conhecer o trabalho real de um profissional na área da Saúde Mental dentro do Sistema Judiciário. Assim, junto com o psicólogo Wemerson Peixoto, fomos conversar com o psiquiatra Dr. Guido Palomba. Ele nos recebeu em seu escritório e tivemos uma agradável e interessante conversa que registramos em vídeo:

Angela Oshiro

Psicóloga Clínica

Membro fundadora de Na Roda com Psicólogos

Acompanhando a movimentação da campanha Janeiro Branco - de janeiro a janeiro, estava aqui pensando... Por que não falar sobre um tema tão importante para a humanidade? Inclusive, é uma ótima oportunidade para que cada um tenha a chance de refletir e, a partir das conclusões, dar novo sentido e contorno aos próximos meses =) Portanto, vamos falar sobre saúde mental!

Falar sobre saúde mental é colocar a própria vida em foco e refletir sobre as questões cotidianas, promovendo, consequentemente, o autoconhecimento.

​Saúde mental é muito mais que a ausência de transtornos mentais. Ter uma mente saudável é tentar, na medida do possível, e conscientemente, manter o equilíbrio entre a mente e o corpo. A autorreflexão é uma das formas de fazê-lo. Quando uma pessoa passa a compreender o que está sentindo todas as decisões seguintes ficam mais claras e fáceis de serem conduzidas. O que promove a saúde emocional já que muitos danos serão evitados possibilitando, também, mais tempo para o desenvolvi...

Desde o início da humanidade, quando o homem ainda não tinha desenvolvido a linguagem falada, a dança já fazia parte de seus rituais e existia como forma de comemoração a algum acontecimento ou data especial revelando, no próprio ato, a importância daqueles movimentos para o sujeito e/ou grupo que o praticavam.

Dançar regula o sono, o estresse, a ansiedade e diminui os níveis de irritabilidade. Fora a estimulação da inteligência cinética, que é o aprimoramento dos movimentos rítmicos e coordenados do corpo. O sujeito passa a ter uma percepção positiva do próprio corpo, valorizando-se mais, acreditando em seu potencial e recorrendo a experiências de vida somadas com o que se apresenta elaborando uma maneira de resolver/lidar com determinada situação interagindo melhor com o grupo, ampliando assim, o convívio social. Tudo isso para dizer que existe uma melhora significativa na autoimagem, autoestima, autoconfiança, criatividade e linguagem... rs

Todo estilo de dança, revela muito das opçõe...

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26.08.2018

27.11.2017

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