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Morte... Suicídio! Assuntos difíceis, tratados como tabu. Mas que não podem ser ignorados. Por vezes vemos esse tema em conversas, seja por obras de ficção, como 13 reasons why, ou por uma notícia de jornal.

Tivemos uma conversa muito interessante com a psicoterapeuta Karina Okajima Fukumitsu

 Para recordar, já tratamos desse tema com a psicóloga Fernanda Rezende, cujo vídeo está abaixo:

Angela Oshiro

Psicóloga Clínica

Membro fundadora de Na Roda com Psicólogos

A psicologia possui vários campos de atuação, como saúde, educação, recursos humanos... e existe enfoque tanto no indivíduo quanto no coletivo. Existem enfoques que interessam à área da psicologia, mas devem ser tratados por políticas públicas. Conversamos com o vereador Caio Miranda com as psicólogas Adriana Maximina Vols, Shirley Costa, Adriana Gouveia e Andreza Trigo. Podem acompanhar no vídeo abaixo:

 Se quiser recordar, já fizemos uma conversa com o vereador Caio Miranda, poucas semanas depois de sua interferência num caso de assédio sexual ocorrido num ônibus que circulava na av. Paulista, em agosto/2017:

Angela Oshiro

Psicóloga e membro fundadora de Na Roda com Psicólogos

O homem é um ser gregário e necessita viver em sociedade. Apesar de ter liberdade e poder de escolha e decisão em muitos casos há necessidade de regras para a vida em grupo. Estabelecer essas regras e exigir seu cumprimento é tarefa de instituições criadas para esse fim. Porém, essas instituições são compostas por homens e mulheres. Como psicóloga, considero mais as pessoas que as instituições. Essas pessoas agem, em nome das instituições que representam, para manter a ordem e estabelecer regras e o cumprimento delas. Mais do que ler sobre isso numa fria tela de computador, interessa mais conhecer essas pessoas e que elas nos expliquem, do seu ponto de vista, como funcionam essas instituições.

Tive a agradável oportunidade de conversar com o Dr. Murilo Battisti, presidente do Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas - CONED.

Às vezes me perco nessa sopa de letras que virou nossa sociedade. É muito bom poder contar com essas pessoas que podem nos ajudar a desvendar essas letras e, prin...

Há alguns assuntos que eram proibidos na mesa de jantar: política, religião e futebol. Muito do radicalismo que vivemos hoje em meio às redes sociais já era percebido por nossos pais e avós. A solução adotada: na mesa não se fala de religião, futebol e política. E mesmo adultos tinham que obedecer a essa regra. Era frequente filhos observarem seus pais serem censurados pelas avós quando começavam a falar do gol do Corinthians. Assim, sempre havia uma voz de reconhecida autoridade que freava os ânimos e obrigava a conversas mais amenas na mesa de jantar. Hoje, com as redes sociais e sem uma autoridade a vigiar, as pessoas sentem-se livres para falar sobre qualquer assunto e expor seu ponto de vista da maneira mais apaixonada possível, sem se importar em ofender alguém.

Bem, apesar de saber que isso pode gerar conversas inflamadas, não posso me omitir. O ser humano possui várias faces e muito se discute da importância da família, da religião e da escola para a formação de uma pessoa. Assi...

Vivemos uma época em que a informação está disponível sob as mais variadas formas. É um bem de rápida desvalorização. E informação, de excelente qualidade e muito valiosa, é oferecida, gratuitamente, em São Paulo, pela DIPE – Divisão do DENARC da Polícia Civil. Pode-se questionar se um órgão, responsável pela repressão ao uso de drogas, teria uma visão isenta e equilibrada, mas é inegável que os argumentos apresentados são bons e com forte base científica, além de serem apresentados em linguagem simples, que o público em geral é capaz de entender sem precisar estudar medicina, farmácia ou se tornar um especialista em entorpecentes.

Há opiniões contra o uso de drogas, há pessoas que defendem a total liberação, há opiniões de que deve haver regulamentação, enfim várias possibilidades. Algumas se aproveitam da desinformação ou de informações contraditórias ou incompletas. Conhecer vários lados da questão, antes de fazer juízo de valor, é muito importante. Vivemos uma época de polarização a...

Não estranhamos mais ver sobrenomes em várias atividades. Se vamos jantar fora escolhemos entre um restaurante italiano, indiano, francês... enfim são inúmeras as opções. E se optamos pela comida brasileira encontramos a culinária mineira, baiana, carioca... E a mesma coisa ocorre com as profissões. Encontramos engenheiros eletricistas, mecânicos, civis... advogados criminalistas, tributaristas... médicos pediatras, geriatras, cardiologistas... Mas, e a psicologia? É apenas uma única psicologia ou são várias cada qual com seu sobrenome?
    Não procuramos um médico pediatra quando sentimos dores nas costas nem entramos num restaurante francês se queremos comer sushi mas observamos o sobrenome da psicologia que o profissional pratica? Ou consideramos todas iguais? As abordagens, os tratamentos, os métodos mudam conforme muda o sobrenome da psicologia. Oferecem respostas diferentes, todas válidas, mas seriam as mais adequadas? Assim como o paladar de uma pessoa deve prevalecer em sua esc...

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26.08.2018

27.11.2017

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