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A importância de brincar começa desde a necessidade biológica, pois nós como seres vivos mamíferos, por conta da amamentação e o não total desenvolvimento sensório-motor.  

Ao nascermos, cria-se uma dependência maior comparada com os outros seres, como por exemplo dos répteis, aves e entre outros, desta forma nos tornamos seres dependentes por tempo prolongado, ou seja, necessitamos do convívio social para nos mantermos vivos.

Conforme foi explicitado acima podemos perceber que a característica de depender do outro evoluiu com os animais mamíferos e em consequência disso podemos concluir que existe uma capacidade inata para o contato social.

Ok, mas e as brincadeiras? Vocês já perceberam que todos os mamíferos brincam? Pois é, somente os nós passam pelo processo da infância, propriamente dito, e este depende de um adulto para auxiliá-lo por mais tempo. E é exatamente na infância, que o cérebro dos mamíferos tende a se desenvolver mais do que em sua fase adulta.

Desta forma explica-se o por...

É muito difícil lidarmos com as perdas e rompimentos de apego e vínculo. A experiência da perda é um dos eventos mais estressantes que podemos vivenciar e que pode causar fortes reações emocionais e comportamentais. Toda perda significativa implica na necessidade de um processo de luto. Contudo, entre tantas vivências do ser humano ao longo do seu ciclo de vida, muitas são as experiências de perda e luto que não são reconhecidas, tanto pelo próprio enlutado como pela família, amigos e sociedade. O luto não reconhecido ocorre quando a pessoa vive uma perda que não é aceita socialmente devido a diversos fatores como o relacionamento no qual a perda ocorreu não ser valorizado pelos outros, pela perda não ser reconhecida por pessoas próximas, pela negação da morte, entre outros. Entre essas perdas, podemos usar como exemplo a perda gestacional ou na maternidade prematura (natimorto), perda de animais de estimação, perdas por suicídio, perda por desaparecidos, perdas ambíguas, traição, entr...

Num primeiro momento, essa pergunta nos parece um tanto quanto estranha. Como a doença, ou melhor, a “ausência de saúde” que pode provocar dores, mal-estar, alguma perda de autonomia e que pode até nos levar à morte, pode ter seu lado bom?  É importante saber que uma gama enorme de doenças e sintomas físicos, se originam a partir de conflitos psicológicos, que envolvem nossos pensamentos, sentimentos e emoções. Trata-se de um fenômeno psicossomático, ou seja, a mente afetando e adoecendo o corpo físico. Isso ocorre, porque deixamos de dar a devida atenção ao nosso mundo interior, quando passamos por situações que apresentam dores afetivas e emocionais, passamos a “guardar”, ou melhor “esconder”, e que posteriormente de modo inconsciente, afetam negativamente nossas atitudes, comportamentos e tomada de decisões. Ao longo do tempo vamos percebendo que o nosso potencial vai ficando diminuído. Passamos a nos sentir menos motivados na realização de tarefas, e aos poucos vai gerando angústia...

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26.08.2018

27.11.2017

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